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Contratar, desenvolver e reter bons profissionais são ações que merecem atenção das empresas neste ano.

“Nós gostamos de pessoas com brilho nos olhos, que querem fazer alguma coisa e ser bem-sucedidas”. A frase dita por Jorge Paulo Leman, o homem mais rico do Brasil e sócio do grupo controlador da Anheuser-Busch InBev e da gestora 3G (com participações no Burger King e na Heinz), traduz bem o que se espera do mundo corporativo neste novo ano.
Pode-se dizer que o ambiente brasileiro foi dos mais conturbados em 2014, mediante uma série de fatores econômicos, políticos e sociais. Os problemas conjunturais da economia mundial aliados à retração da indústria, à inflação e à baixa taxa de investimentos fizeram com que 2015 se tornasse um ano de reajustes para a retomada do crescimento.
Assim, está descartado qualquer tipo de grandes aplicações ou compromissos econômicos de alto risco, fazendo com que os gestores tenham mais cautela a fim de priorizarem e privilegiarem investimentos que tragam maiores retornos à empresa.

Contratar, desenvolver e reter bons profissionais são ações que merecem atenção das empresas neste ano.

“Nós gostamos de pessoas com brilho nos olhos, que querem fazer alguma coisa e…

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