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Conheça as alterações para declarar o imposto de renda de 2017
 

Chegou o momento de prestar informações ao Fisco sobre os rendimentos de 2016 por meio da declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2017 (IRPF2017).

Por isso, é importante saber todas as regras e estar com a documentação bem preparada. Também é preciso ficar atento ao prazo, que neste ano é menor em relação ao ano passado: vai de 02 de março a 28 de abril.

A Receita Federal disponibilizou, em 20 de janeiro, o download do Programa Carnê-Leão 2017 e do Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCAP2017) e, dia 23 janeiro, o Programa Gerador da Declaração (PGD IRPF/2017).

Multa, malha fina e restituições

A estimativa é que nesse ano sejam entregues 28 milhões de declarações. Muitos contribuintes costumam deixar para a última hora, mas essa atitude tende a ser bastante prejudicial. Erros, inconsistências ou omissões podem acabar em malha fina e até em multa.

Além disso, quem se antecipar e enviar a declaração no início do prazo poderá receber a restituição do imposto de renda – caso tenha direito – no primeiro lote, que normalmente começa a ser pago em junho e vai até dezembro.

Todos os anos o governo atualiza as alíquotas e publica algumas alterações para o Imposto de Renda. Logo, é fundamental acompanhar os novos valores incidentes sobre sua remuneração e as mudanças anunciadas para o Imposto de Renda em 2017. Confira!

Quem está obrigado a declarar

Está obrigado a entregar a declaração do IRPF 2017 o contribuinte que:

  • Auferiu rendimentos tributáveis (salários, aposentadorias, aluguéis etc.) superiores a R$ 28.559,70 no ano de 2016, um acréscimo de 5% em relação ao ano anterior;
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis (rendimentos de poupança, doações, letras de créditos etc.) ou tributados exclusivamente na fonte (ganho de capital, aplicações de renda fixa, décimo terceiro etc.), cujos valores totalizem mais de R$ 40 mil no ano passado;
  • Obteve ganho de capital na alienação de bens e direitos (imóveis, veículos, motos,etc.);
  • Realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e congêneres, operações de mercados futuros, mercado de capitais ou similares;
  • Teve a propriedade ou a posse de bens e direitos, inclusive terra nua, com valor superior a R$ 300 mil;
  • Obteve receita bruta superior a R$ 140.619,55 originária de atividade rural;
  • Passou a residir no Brasil em qualquer mês do ano passado; ou
  • Optou pela isenção do imposto de renda incidente sobre ganho de capital proveniente da venda de imóveis residenciais, cujos rendimentos sejam aplicados na aquisição de imóveis residenciais localizados no Brasil, no prazo de 180 dias a contar da data do contrato de venda.

Quem está isento

Não está obrigado a entregar a declaração do IRPF 2017 o contribuinte pessoa física que:

  • Tenha auferido renda mensal até R$ 1.903,98;
  • Tenha rendimentos oriundos de aposentadoria, reforma e pensão por morte;
  • Seja dependente na declaração de outra pessoa;
  • Tenha mais de R$ 300 mil em bens ou direitos, mas que possui parte do seu patrimônio em conjunto com um cônjuge ou companheiro de união estável em regime parcial de bens;
  • Tenha sido diagnosticado com doenças graves de acordo com o inciso XIV do art. 6º da Lei nº 7.713/88. As doenças são:
  1. Aids (Vírus HIV);
  2. Neoplasia maligna (Câncer);
  3. Moléstia profissional;
  4. Tuberculose ativa;
  5. Alienação mental;
  6. Esclerose múltipla;
  7. Cegueira;
  8. Hanseníase;
  9. Paralisia irreversível e incapacitante;
  10. Cardiopatia grave;
  11. Doença de Parkinson;
  12. Espondiloartrose anquilosante;
  13. Nefropatia grave;
  14. Hepatopatia grave;
  15. Estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante);
  16. Contaminação por radiação;
  17. Fibrose Cística (Mucoviscidose); e
  18. Síndrome da imunodeficiência adquirida.

O contribuinte diagnosticado com uma das doenças acima ou seu responsável precisa solicitar ao médico o laudo comprobatório para ser apresentado à Receita Federal.

Declarando o Imposto de Renda 2017

Para declarar o imposto de renda, o contribuinte pode baixar o PGD IRPF2017 em seu computador ou mediante acesso com certificado digital ao serviço “Declaração IRPF 2017 on-line”, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Também será possível realizar a declaração em dispositivos móveis por meio do aplicativo m-IRPF.

Após o preenchimento completo da declaração, o próprio programa vai apresentar um comparativo entre os dois modelos de tributação (simples ou completo). Mas, com a documentação exigida previamente organizada já é possível identificar qual modelo é o ideal para cada caso.

A declaração simples é a melhor opção para quem têm poucas despesas a deduzir. Essa declaração conta com um desconto de 20% sobre a base de cálculo do imposto, limitado a R$ 16.754,34.

A declaração completa é indicada para quem têm muitas despesas a deduzir (plano de saúde, educação, dependentes, empregada doméstica, etc.). Nessa declaração, as deduções são feitas uma a uma, por isso é necessário informar todos os gastos do ano anterior.

Documentos necessários

Confira a documentação necessária para fazer a declaração do imposto de renda:

  • Título de Eleitor para o contribuinte que estiver declarando pela primeira vez;
  • Número do recibo da declaração de Imposto de Renda de 2016 — apesar dessa informação não ser obrigatória, as declarações que tiverem esse dado terão prioridade de processamento;
  • Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadorias e honorários recebidos, fornecidos pelo empregador ou pela empresa para qual você prestou serviços (aposentados e pensionistas recebem do INSS);
  • Informes com os rendimentos bancários e de aplicações financeiras, depósitos, empréstimos, financiamentos e saldo em conta corrente.

Dependentes e muitas despesas

Essa relação de documentos acima é suficiente para preencher uma declaração simples. Mas caso você tenha dependentes e muitas despesas, além de outras movimentações financeiras, também vai precisar de:

  • Documentos de compra e venda de bens (imóveis, veículos, etc.);
  • Notas fiscais e recibos de planos de saúde ou despesas médicas com valor pago, nome e CPF/CNPJ do prestador de serviços (psicólogos, psiquiatras, dentistas, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, dentre outros);
  • Comprovantes de despesas com instituições de ensino e cursos de especialização ou profissionalizantes (próprio contribuinte ou de seus dependentes);
  • Comprovantes de aluguéis pagos e recebidos de imobiliárias e dados dos imóveis alugados (endereço, valor recebido, nome e CPF do locador);
  • Comprovantes de doações recebidas ou feitas à pessoa física ou jurídica com respectivo CPF e CNPJ do doador ou beneficiário;
  • Comprovante do pagamento do INSS do empregado doméstico com o nome completo do empregado, o valor pago e o NIT, além do comprovante de regularidade do empregado doméstico no Regime de Previdência Social;
  • Nome e CPF de ex-cônjuges e de filhos para comprovar o pagamento de pensão alimentícia que tenha tido valores acertados judicialmente;
  • Recibos de pagamentos a planos de previdência privada;
  • Comprovantes de dívidas assumidas, financiamentos e empréstimos solicitados no ano de 2016;
  • Comprovantes de despesas do livro caixa no caso de trabalhadores autônomos (DARFs de carnê-leão pagos);
  • Número do CPF de dependentes ou alimentados maiores de 18 anos, com nome completo e grau de parentesco;
  • Comprovantes de rendimentos e despesas de dependentes (caso tenha) — se a declaração for feita em conjunto, serão necessários também os do cônjuge;
  • Dados da conta bancária para depósito (caso tenha valores a serem restituídos).

Após o correto preenchimento é só transmitir a declaração e não se esquecer de salvar e guardar o recibo de entrega. Caso os seus rendimentos sejam maiores que os impostos já pagos, o programa vai calcular a diferença e será gerado o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) para recolhimento do imposto devido.

Multa por atraso

Como mencionamos no início do artigo, o fim do prazo para declarar o IRPF é dia 28 de abril de 2017. Caso não consiga todos os documentos a tempo de realizar a sua declaração até a data limite, envie assim mesmo e depois poderá corrigir qualquer dado por meio da declaração retificadora. Pior será perder o prazo e ter de pagar uma multa mínima que é de R$ 165,74 e máxima de 20% sobre o valor do imposto devido.

Restituição do IRPF

Não são todos os contribuintes declarantes que têm o direito a receber algum valor de volta. Ao realizar a declaração, você está informando a Receita Federal quanto teve de rendimentos, quanto pagou de impostos e quanto teve de despesas dedutíveis no ano anterior.

Ao cruzar essas informações, o programa identifica quem não atingiu o percentual necessário e então esse contribuinte deverá pagar a diferença do imposto devido. Já quando o contribuinte tem muitas deduções, será restituído o que foi pago a mais.

A restituição do IRPF é paga em sete lotes programados entre os meses de junho a dezembro e obedece ao critério de data de entrega da declaração. Idosos, deficientes físicos ou mentais e portadores de doenças graves têm prioridade no recebimento.

Principais alterações para 2017

É preciso ficar atento às alterações para a declaração nesse ano. São elas:

Obrigatoriedade de CPF para dependentes e alimentados:

  • Os dependentes e alimentados com 12 anos ou mais, completados até 31 de dezembro de 2016, deverão ter CPF para serem incluídos na declaração, conforme IN RFB nº 1.688, de 31/01/2017.

Atualização automática do PGD IRPF

  • A funcionalidade de atualização automática do PGD IRPF permite a atualização do aplicativo, sem a necessidade de baixar o programa no site da Receita Federal;
  • Ao abrir o PGD IRPF a atualização poderá ser feita automaticamente ou pelo contribuinte, por meio do Menu – Ferramentas – Verificar Atualizações;
  • Caso haja alteração da versão do PGD IRPF 2017 e estando o contribuinte on-line, será informado dessa atualização. Optando por fazê-la, automaticamente o programa que se encontra instalado em seu computador será atualizado.

Entrega sem necessidade de instalação do Receitanet

  • O programa Receitanet este ano vem acoplado ao PGD IRPF, não sendo mais necessário o download e instalação de dois programas.

Recuperação de Nomes

  • Ao digitar ou importar um nome para um CPF ou CNPJ, o sistema armazenará o nome para facilitar o preenchimento dos campos subsequentes. Os nomes armazenados são nomes informados pelo contribuinte, manualmente ou por meio das funcionalidades de importação, não são fornecidos pelas bases da Receita Federal. Depois de armazenados, os campos referentes aos nomes serão preenchidos automaticamente conforme CPF ou CNPJ digitados.
  • Essa funcionalidade poderá ser desativada no Menu – Ferramentas – Recuperação de Nomes.

Rendimentos Isentos e Não Tributáveis

  • A Ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis foi remodelada. Será iniciada com uma tabela zerada (do mesmo modo que a Ficha de Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ). Ao incluir um “Novo” registro, o contribuinte informa o tipo do rendimento e dependendo da informação devem ser informados beneficiário (titular ou dependente), CPF ou CNPJ e os valores. Além disso, a ficha passa a apresentar duas abas:
  • Rendimentos – nessa aba ficarão disponíveis para visualização somente os valores dos rendimentos preenchidos pelo contribuinte.
  • Totais – serão visualizados tanto os rendimentos preenchidos pelo contribuinte como os importados de outras fichas ou demonstrativos.

Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva e/ou Definitiva

Assim como a anterior, essa ficha também passa a apresentar as duas abas já mencionadas: Rendimentos e Totais.

Cuidados com as informações prestadas

A cada nova versão da declaração disponibilizada pelo Governo Federal, o programa traz inovações para facilitar o preenchimento, agilizar a entrega e, sobretudo ajudar o Fisco na identificação de irregularidades e evasão fiscal.

A Receita Federal do Brasil possui um dos mais avançados centros de processamento de dados do mundo. O cruzamento de informações de todos os contribuintes (pessoas físicas e jurídicas) é realizado por seus softwares de auditoria em questões de minutos, verificando praticamente todas as informações como: movimentações financeiras, cartões de crédito, despesas médicas, despesas educacionais, dentre outras.

Portanto, tenha muito cuidado com as informações prestadas, pois podem ocasionar sérios problemas se estiverem equivocadas ou não baterem com as que constam na base de dados do Fisco. Problemas que vão da simples retenção em malha fiscal até, nos casos mais graves, o início de um processo de fiscalização que poderá gerar multas bem pesadas.

Outro fator importante para ficar atento, é que a Receita Federal trabalha realizando o confronto de dados dos últimos cinco anos. Assim sendo, guarde todos os documentos bem como o recibo de entrega da declaração de maneira segura e organizada.

Gostou desse artigo sobre a declaração do imposto de renda 2017? Então compartilhe com seus amigos e colegas de trabalho que podem precisar desses esclarecimentos também!

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